Grande parte da discussão em torno das arquiteturas HFC tem enfatizado historicamente as atualizações para a largura de banda downstream de um headend das operadoras (MSOs) de banda larga, TVs, até o consumidor. No entanto, a proliferação de serviços como acesso dedicado à Internet e streaming de alta definição está levando as MSOs (Multiple System Operators) a se concentrarem também na melhoria da capacidade de upstream, ou seja, do cliente para o headend. No geral, a questão é de competitividade: as MSOs estão cada vez mais interessados ​​na questão básica de, simultaneamente, avançar e simplificar suas redes HFC para obter eficiência máxima.

Embora arquiteturas de acesso distribuído (DAA) como Remote PHY (R-PHY) possam resolver esses problemas satisfatoriamente, o desafio está em primeiro preparar redes HFC legadas para suportar protocolos avançados correspondentes, como DWDM. Essencialmente, é uma questão de mudar do analógico para o digital. Aqui, examinamos como a tecnologia de retorno digital interfere na atualização do desempenho de upstream das redes HFC e como a FonNet Networks, extensão da Precision OT no Brasil, está possibilitando essa tendência.

 

Como funciona a tecnologia de retorno digital

A tecnologia de retorno digital pode ajudar as MSOs a atualizar o desempenho do upstream em redes HFC, convertendo os sinais analógicos de RF dos clientes em sinais ópticos para transmissão de volta ao headend. Um conversor analógico para digital (ADC) realiza a digitalização inicial, enquanto a conversão para um sinal óptico é concluída no nó de fibra externo. Uma vez no headend, a transmissão óptica é transformada de volta em um sinal analógico de RF por meio do uso de um conversor digital para analógico (DAC). Essencialmente, a tecnologia de retorno digital cria um caminho digital do nó ao headend, usando a infraestrutura já existente. Isso significa que as operadoras de rede não precisam necessariamente gastar mais dinheiro na instalação de novas fibras em suas redes HFC.

 

Benefícios do Digital Return

Para realmente obter os benefícios do retorno digital de uma perspectiva DAA e simplificar as operações, as MSOs precisam atualizar suas redes ópticas analógicas para digitais. Mesmo que isso acarrete um custo inicial, os benefícios dessa tecnologia a longo prazo são significativos. Primeiro, transceivers digitais são mais baratos, de modo geral, para operar do que o equipamento analógico tradicional, especialmente quando se trata de consumo de energia. Da mesma forma, a eliminação de lasers analógicos leva diretamente a uma redução no ruído óptico e a uma melhor relação sinal-ruído (SNRs). Esta parte é crucial porque ajuda a facilitar a implementação completa de protocolos aprimorados como DOCSIS 3.1, o que torna as arquiteturas R-PHY competitivas quando comparadas a redes FTTH.

 

Facilitando o retorno digital por meio da óptica digital

Quando se trata de atualizar as redes HFC para aproveitar as vantagens do retorno digital, a equipe da FonNet Networks está pronta para apoiar as operadoras com produtos de alta qualidade e atendimento ágil e customizado. Em primeiro lugar, ter os transceptores ópticos digitais corretos (ou seja, família 10G SFP+) no nó de fibra e na extremidade principal é um ponto muito importante. Para oferecer todo o suporte necessário, nossa equipe de engenheiros especializados trabalha regularmente com os clientes para garantir que eles encontrem o equipamento certo para atender às suas necessidades. Outro diferencial é a garantia life-time para todos os transceivers ópticos. O custo-benefício é sem igual!

*Artigo traduzido e adaptado.
Fonte: https://www.precisionot.com/dr_hfc/

 

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